Dicas de viagem: Brasil
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Aqui se apresentam algumas dicas de viagem e informações práticas para viagens ao Brasil.
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BAR DE PRAIA EM PORTO SEGURO |
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Para quem quer escapar ao turismo excursionista que aflui diariamente aos grandes bares de praia da orla costeira de Porto Seguro - como o Axé Moi, o Tôa Tôa e similares - nada melhor do que passar o dia numa pequena cabana de praia. Com excelente música, saborosa comida, cerveja gelada e ambiente acolhedor, sugere-se cabanas como a do João da Sunga. Para lá chegar, basta apanhar qualquer autocarro que se dirija da cidade para a Orla Norte e sair na paragem em frente à cabana.
Saiba também que existem muitas outras cabanas recomendáveis na estrada marginal que segue até Coroa Vermelha - é só partir à descoberta!
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ECOTURISMO EM BONITO, MATO GROSSO DO SUL |
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Bonito auto-intitula-se a capital brasileira do ecoturismo. Talvez por isso, todos os passeios são demasiados dispendiosos, tendo em conta os serviços oferecidos. É que todas as atracções turísticas se situam em fazendas privadas que, naturalmente, cobram pelos passeios e, além disso, o transporte até ao local nunca está incluído. O passeio mais caro de todos, que inclui descida de rappel no Abismo de Anhumas, para acesso a um lago subterrâneo onde se mergulha com garrafa, custa a módica quantia de 480 reais (aproximadamente 165 euros). De entre as várias agências que oferecem reservas para os passeios na região - como visitar a Gruta do Lago Azul, fazer snorkelling no Aquário Natural e no Rio da Prata, visitar as cachoeiras do Rio do Peixe e o Buraco das Araras ou mergulhar no Abismo de Anhumas, por exemplo - recomenda-se a Tamanduá, pela prestabilidade, simpatia e profissionalismo de toda a equipa da agência.
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COMER PEIXE EM BONITO |
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Há um restaurante em Bonito cuja culinária merece os mais rasgados elogios. Chama-se Cantinho do Peixe e fica situado no número 1918 da Rua 31 de Março. Delicioso.
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ALOJAMENTO EM REPÚBLICAS DE ESTUDANTES DE OURO PRETO, MINAS GERAIS |
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O alojamento em Ouro Preto não é barato. As diárias numa pousada simples podem rondar os 50 ou 60 reais (cerca de 17 a 20 euros). Numa república, por seu turno, por 10 a 12 reais é possível pernoitar. E o ambiente é muito mais acolhedor, desde que o viajante não se importe com o barulho saudável de uma casa de estudantes, a ausência de luxos e o ambiente informal. Mais do que poupar dinheiro, ficar alojado numa república - masculina ou feminina - vale pela experiência, pelo calor humano, pela alegria.
De notar no entanto que, para além dos dedicados aos caloiros, não há anúncios sobre a disponibilidade de camas nas repúblicas de Ouro Preto. É necessário falar com pessoas ou, simplesmente, bater à porta e tentar a sorte.
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ITAÚNAS, CAPITAL CAPIXABA DO FORRÓ |
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Itaúnas, no estado do Espírito Santo, tem duas faces bem distintas. Uma muito tranquila, com ruas desertas, ritmo lento e ambiente sereno. E outra muito agitada, onde as pousadas enchem, os restaurantes não têm mãos a medir e o sossego deixa de ser a palavra de ordem. Quem preferir a primeira deve evitar a época alta -que vigora, sensivelmente, de Novembro até ao fim do Carnaval - e, principalmente, a semana em que decorre o Festival de Forró, em finais de Julho, período durante o qual Itaúnas se transforma num espaço reservado à dança, aos copos e ao sexo. Para os foliões recomenda-se, obviamente, a semana do festival.
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NAVEGANDO PELO RIO AMAZONAS |
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Nas embarcações que navegam pelo Rio Amazonas há a possibilidade de dormir numa rede ao lado de, aproximadamente, cem pessoas, ou num camarote para duas ou quatro. Embora o custo de um lugar de camarote seja substancialmente mais elevado do que um de rede, esta é uma daquelas circunstâncias em que despender o excesso compensa. Pelo conforto e segurança adicionais e, para quem não está habituado a uma rede, pela maior facilidade em conseguir dormir. Entre Belém e Santarém, um lugar de rede custa 100 reais (cerca de 35 euros) e um de camarote o dobro. No primeiro caso, cada passageiro leva a sua própria rede.
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ENCONTRO DAS ÁGUAS, EM MANAUS |
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Há como evitar os passeios organizados por agências quando o objectivo é ver o ponto em que os rios Negro e Solimões se encontram. Para ir por conta própria, a partir do centro de Manaus, basta apanhar um autocarro para o porto Ceasa (cerca de uma hora de viagem) e uma vez lá, alugar uma lancha directamente aos homens do mar que aguardam no cais. O preço ronda os 30 reais (pouco mais de 10 euros).
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