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As opiniões dos profissionais de saúde divergem bastante quando o assunto é a profilaxia da malária. Médicos diferentes têm formas diversas de tentar diminuir os efeitos nocivos do potencial parasita, com o mínimo de efeitos secundários possível.
Pela minha parte, levei comprimidos de doxiciclina para sessenta dias (o máximo receitado pela médica que me atendeu numa consulta do viajante). No Sudeste Asiático, avaliando a reacção do organismo, decidi prolongar a prevenção, uma vez que estive em zona de risco por um período de tempo muito maior. Levei ainda comprimidos de mefloquina como kit de emergência, para o caso de detectar os sintomas típicos da malária e não pudesse, no imediato, ser avaliado por um profissional competente (por exemplo, durante trekkings em zonas remotas).
Em todo o caso, convém reter na memória que, para prevenir a malária, não há nada melhor do que o uso intensivo de um bom repelente de mosquitos, e ainda de calças e camisolas de manga comprida. Sem picadas de mosquito, a malária deixa de ser um potencial problema.
Aqui fica um mapa indicativo das zonas de maior risco de transmição da malária.
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