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21.FEV.2008 - 11:29
Sabores intensos na rota do chá
Descobrir a rota do chá pode ser um desafio para muitos - de Nova Deli a Calcutá, na Índia, entre muita tradição e de cores e cheiros inconfundíveis. Aqui, apanhar folhas de chá continua a ser uma operação delicada, feita como no colonialismo, retratada agora nos cinemas em Darjeeling Limited.

De 6 a 19 de Março, a Associação Europeia para a Criatividade e Solidariedade Social Europa Viva, com chancela da UNESCO e parceria da Fundação Oriente, vai de Lisboa até rota do chá pela British Airways, via Londres, por 3.300 euros. O valor inclui todas as refeições, transportes internos, guias, acesso a monumentos e concerto nocturno. À parte fica o visto (75 euros) e seguro de viagem.
As encostas de Darjeeling e o reino de Sikkim continuam a ser os territórios do chá indiano por excelência. É daqui que partem os lotes que abastecem os leilões de luxo de Londres, na Inglaterra, e se concentram viajantes entusiastas do British Raj. Para descobrir este mundo é quase obrigatório passar por Agra, Nova Deli, Kangchenjunga e depois por Gangtok, a capital do Sikkim, com o seu imperdível mosteiro de Rumtek, a vida selvagem ou a varanda sobre os Himalaias e Tibete.
A uma manhã de distância em autocarro fica Darjeeling, na qual o chá é cultivado a uma altitude de 750 a 2000 metros, em jardins muito velhos, pois frequentemente é preciso esperar dez anos para colher as folhas. Feche esta rota pela universalidade humana na cidade de Sikkim: não perca o mosteiro de Enchey, com uma das maiores colecções de tibetologia, manuscritos e livros raros do budismo Mahayana.
Para mais detalhes, consulte o site alternativo da Europa Viva (na secção Rotas, clique em Culturas), o blogue, o email, os telemóveis 919014872 e 965653834 ou o seu agente turístico.
Por NP | Alma de Viajante
Agências e Operadores, Gastronomia, Ásia
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