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19.ABR.2008 - 08:58
Estudo sugere que férias longas tendem a acabar
Um estudo da cadeia hoteleira Holiday Inn mostra que as famílias preferem cada vez mais as férias de três ou quatro dias a cada dois/três meses, o que permite melhor adaptação ao horário laboral e gestão da vida familiar, grupos maiores a viajar, destinos acrescidos, controlo parcelado do stress diário e redução de custos.

Dos 5.000 inquiridos, 52 por cento rejeitam mesmo tirar em 2008 uma quinzena seguida de férias, 24 por cento não saem nas férias escolares (um período em geral mais caro) e outros 24 por cento só conseguem pagar férias de poucos dias, indiferentemente da data.
Além disso, um em cada cinco não tem tempo para férias nem quer (des)fazer malas, um em dez não sabe conjugar datas com o cônjuge, e um em cada vinte sente falta do conforto caseiro. Contudo, quatro em dez dizem que, ao planear tempo livre conjunto, sentem menos culpa por ter estado longe dos filhos devido ao trabalho.
Mas um em dois não gosta de voar para longe, um em dez odeia viagens longas de carro, comboio ou barco e um em quatro detesta gastar numa só pausa anual a suada poupança. São estatísticas que, na verdade, reflectem a vida agitada em que vivemos, por vezes até nas férias...
Por NP | Alma de Viajante
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