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16.NOV.2008 - 22:56
Angola vai reformular TAAG
O Instituto Nacional de Aviação Civil de Angola (INAVIC) é apontado pela União Europeia como grande responsável pelas falhas de segurança aérea no país, desde incapacidade de corrigir problemas detectados (a TAAG não pode voar na UE desde Julho de 2007), carências na comunicação e dificuldades de reestruturação interna.
O Governo substituiu os responsáveis do instituto há dias, após a UE anunciar que alargou a proibição a todas as companhias angolanas de voar na Europa. Além da TAAG, a medida só atinge a SonAir, da petrolífera Sonangol, que faz voos esporádicos.
Para limpar a imagem, o Estado angolano vai refundar a TAAG, tendo demitido a administração e nomeado uma comissão de gestão para a "nova" companhia de bandeira “à altura do desenvolvimento económico e social” do país e “financeiramente sustentável”.
Para tal e para rever o quadro das companhias de aviação estatais, procura parceiro estratégico, tendo já sondado a alemã Lufthansa e a portuguesa TAP, que até ao momento não comentaram o tema.
Já agora, a lista negra da UE inclui todas as transportadoras de Angola, Cazaquistão, Gabão (excepto a Afrijet e a Linhas Aéreas do Gabão), Guiné Equatorial, Indonésia, Libéria, República Democrática do Congo, Serra Leoa e Suazilândia.
A Siem Reap Airways International (Camboja) é também somada ao rol, que já elencava a Afghan Airlines (Afeganistão), Air Koryo (Coreia do Norte), Air West (Sudão), Ariana Silverback Cargo Freighters (Ruanda), Mediterranean Airlines, Ukraine Cargo Airways e Volare Aviation (Ucrânia).
Aviação, Lufthansa, TAP, África
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