Viagens à Grécia
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Grécia. Cíclades, Dodecaneso, Jónico, Évia e Spórades, Peloponeso. Tanto no continente como num dos quatro arquipélagos, uma viagem à Grécia representa sempre o desafio de escolher o destino e, talvez, de decidir em qual das ilhas aportar: Kerkyra, Samaria, Amorgós, Santoríni, Creta, Míkonos, Rodes... são quase 15 mil quilómetros de litoral, num país cuja herança cultural é, igualmente, de visita obrigatória. |
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Quem buscar beleza fácil e imediata, cedo ficará decepcionado. Atenas é uma cidade para se ir descobrindo, caminhando, sem pressas, à medida que os seus encantos se desnudam aos olhos do viajante paciente. Uma viagem a Atenas, capital da Grécia.
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A ilha de Rodes, terra grega junto à costa turca, parece navegar num mar morno e azul por entre épocas e culturas: castelos de cruzados, ruínas dóricas e minaretes de antigas mesquitas brotam da paisagem a cada instante. Relato de uma viagem à ilha de Rodes, a maior do Dodecaneso, na Grécia.
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Chamaram-lhes Cíclades (Kykládhes), por formarem uma espécie de círculo (kyklos) à volta da ilha sagrada de Delos. Mesmo não sendo verdade, vale a pena ir confirmar o posicionamento privilegiado destas ilhas gregas, ancoradas em pleno Mediterrâneo. Aqui fica um olhar sobre as ilhas Mýkonos, Delos, Naxos, Iráklia, Amorgós, Thíra (Santoríni) e Anáfi, na Grécia.
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É a maior e a mais fértil das ilhas Cíclades. Por trás dos seus montes áridos e secos escondem-se vales verdes por onde - milagre! - correm riachos que só secam no Verão. Ao contrário das outras ilhas gregas, Naxos não precisa dos milhares de turistas que lhe enchem as praias. Mas eles vão chegando e, mais que isso, muitos acabam por ficar.
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Esparta, Olímpia, Arcádia, Corinto, Micenas - se há lugares que já conhecemos de nome desde os bancos da escola, um bom punhado deles situa-se na península grega do Peloponeso. E quase de certeza que são os mais belos. Viagem ao Peloponeso, Grécia.
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Há pouco mais de seiscentos anos, um monge da península do Monte Athos fundou no noroeste da Tessália um mosteiro. O penhasco sobre o qual se alçou o retiro ortodoxo passou a ser conhecido por “meteoros”, que em grego significa “suspenso no ar”. Durante os séculos posteriores, foram edificados nesta região da Grécia mais de vinte mosteiros, dos quais cinco sobrevivem habitados.
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Vinte mosteiros guardam, há quase dez séculos, sinais vivos do mundo bizantino. No Monte Athos, norte da Grécia, monges e eremitas ortodoxos mantêm aceso um quotidiano de outro tempo, o tempo em que Istambul se chamava Constantinopla ou Bizâncio. Relato de uma viagem aos mosteiros ortodoxos do Monte Athos.
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Quando se olha da costa para o mar e se avista aquela massa rochosa, agarrada a terra apenas por uma língua de pedra, não se imagina o que lá está: um testemunho vivo da história grega, de Bizâncio à ocupação turca. O passado numa viagem a Monemvassia, no sul da península do Peloponeso, Grécia.
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O desfiladeiro de Samaria, na ilha de Creta, Grécia, é um prazer para os olhos e um descanso do calor intenso das ilhas gregas: começa com um mergulho nas suas florestas sombrias e termina com um mergulho no mar.
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Mesmo no pico do Verão, época de grande afluxo de turistas às ilhas gregas Cíclades, tal como sucede na maioria das ilhas da Grécia, há recantos no interior das ilhas que permitem ao viajante respirar longe da confusão do turismo de massas. Percursos pedestres nas ilhas Amorgós, Thíra (Santoríni) e Anáfi.
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