
Tem sido uma viagem mais corrida que o normal. Muito trabalho (a propósito de trabalho, desde dia 15 e até ao final do verão que tenho uma crónica no Diário de Notícias, sempre às segundas-feiras).
Depois de passar pela capital Kampala e por Jinja, a putativa Meca do rafting em África, por Fort Portal, da qual se diz ser a mais limpa cidade do Uganda, pelo Parque Nacional Queen Elizabeth, onde vi leões, hipopótamos, búfalos, dezenas de espécies de pássaros e até um leopardo, encontro-me agora em Kabale, no sudoeste do Uganda.
E o que faço eu na remota Kabale?
Basicamente, vim conhecer o Lago Bunyonyi em canoas tradicionais esculpidas em troncos de eucalipto, caminhando nas montanhas em seu redor, visitando minorias étnicas como os Batwa, acampando junto a famílias locais, comendo com eles ao ar livre e partilhando histórias com os mais velhos habitantes do Lago Bunyonyi em redor de fogueiras.
Passei 3 dias no Lago Bunyonyi, e hoje estou agora de regresso a Kabale, antes de me embrenhar na Floresta Impenetrável de Bwindi em busca de um encontro com um grupo de gorilas de montanha. Só há 700 espécimes em todo o mundo, será um enorme (mas caro) privilégio.
Entretanto, fiz belíssimas fotografias do Lago Bunyonyi e espero no meu regresso escrever uma reportagem mais detalhada sobre as minhas experiências na região do Bunyonyi. Deixo-vos então com uma pequeníssima amostra dessas fotos, em jeito de partilha com todos os que viajam comigo desse lado.
Mais fotos do Lago Bunyonyi







Seguro de viagem
A IATI Seguros tem um excelente seguro de viagem, que cobre COVID-19, não tem limite de idade e permite seguros multiviagem (incluindo viagens de longa duração) para qualquer destino do mundo. Para mim, são atualmente os melhores e mais completos seguros de viagem do mercado. Eu recomendo o IATI Estrela, que é o seguro que costumo fazer nas minhas viagens.
A etnia chama-se Twa (gente da floresta, em proto-bantu). Batwa significa “os Twa”. Nas línguas bantu, que são prefixais, as palavras são agrupadas por classes.
Os seres vivos, que estão englobados nas classes 1 (singular) e 2 (plural) formam o seu singular com o prefixo “mu” e o plural com o prefixo “ba”. Assim, um Twa deve referir-se como “mutwa” e o plural como “batwa”.
Obrigado pelos esclarecimentos, sempre úteis.
Filipe, Parabéns pela crónica publicada no DN :) Curta, mas suficientemente elucidativa sobre os benefícios dos imprevistos em viagem. Entretanto, não te deixes adoptar pelos gorilas :) Boa continuação.
Obrigado, Agostinho. Estou a fazer estas crónicas no DN durante o Verão, sempre às segundas-feiras e com temas diferentes. A próxima já está pronta.
Quanto aos gorilas, em breve dou notícias :).
Great stuff, Filipe! We definitely humbly submit our application to become a major photo donation receiver, in terms of the entire southwestern Uganda of course.
Olá! Estou querendo ir a Uganda, mas estou com poucas informações do que fazer e onde ver. Poderia me ajudar? Onde comprou seu pacote de viagem? O que fazer? Obrigada. Pretendo ir em junho-14. Sumary Santa Marta
Viva, eu não comprei pacote de viagem para o Uganda. Comprei apenas o voo e tratei do resto quando cheguei a Kampala. Abraço e boas viagens!
Caro Filipe,
Enquanto pesquisava acerca de ilhas e lagos a visitar no Uganda, encontrei-o.
Fico contente que tenha passado por cá. Vivo aqui, em Karamoja Matany, não muito longe do Monte Elgon, perto de Moroto, e sou natural de Guimaraes.
Este é um pais lindíssimo.
Espero no próximo ano visitar uma ilha no lago Vitoria, talvez o arquipélago Ssese.
Saudações e boas viagens.
Eduardo
O seu blog é inspirador, sou um amante de África e estou a pensar visitar Uganda com um grupo. Será boa opção comprar um pacote na “Home to Africa”? Obrigado.