Viagens a França
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Nem só na capital Paris existem argumentos que justificam uma viagem a França. É, aliás, em França que se encontram as paisagens de Provença, montanhas como os Alpes e os Pirenéus, e praias tão diferentes como as bucólicas da Bretanha, as luxuosas de Cote d'Azur, ou as paradisíacas da Córsega. E há os argumentos gastronómicos. Que mais não fosse, a França é o país dos queijos e dos chefs, dos tintos de Bordéus e dos brancos da Alsácia. |
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A capital francesa pode ser reconstituída, como tantos outros lugares, como um itinerário pessoal, como um roteiro de enredos multiplicados quase até ao infinito. Ou como um livro tão diverso quanto o número e a variedade de leitores. Relato de uma viagem a Paris.
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Aldeias de traço medieval harmoniosamente inscritas na paisagem, portos pesqueiros com tabernas animadas por cantos marinheiros, festas de celebração da cultura celta, com danças e cantos na língua bretã. Eis um dos retratos possíveis da velha Bretanha, França, numa viagem à pátria do resistente Astérix e do mago Merlin.
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Não é difícil gostar do Sul de França e querer voltar vezes sem conta à região da Provença. Para variar, nada melhor que conhecer alguns recantos que permitem fugir à azáfama da costa e regalar os olhos em lugares bonitos, que ainda mantêm um lado selvagem e rústico. Relato de uma viagem ao coração da Provença.
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Sede actual do Parlamento Europeu, Estrasburgo foi um dos pólos de difusão das ideias humanistas e nela mergulham também algumas das raízes da condição europeia. É Património Mundial desde 1988.
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Num Inverno em que tanto se fala da falta de neve nas estâncias de Inverno europeias, subimos aos 2.100 metros de La Plagne, nos Alpes franceses, e verificámos que, apesar das notícias menos encorajadoras, as férias de neve e montanha continuam a cativar os adeptos do esqui, do snowboard e do freestyle. Viagem à estância de esqui Aime-La Plagne, França.
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A “montanha no mar”, como lhe chamou Maupassant, é feita de picos rochosos muitas vezes nevados, rodeados por um mar morno e transparente. Mas os clichés da ilha-paraíso não lhe servem: moldada por ventos e marés, a Córsega possui um carácter forte e indomável - e os seus habitantes também.
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O Luberon é só um bocadinho da Provença francesa. Mas é justamente aquele pedaço de tons dourados, onde ainda se cultiva o vinho e as azeitonas, onde o queijo e o mel ainda têm o sabor de antigamente.
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Entre o Reno e as montanhas dos Vosgos, junto à planície alsaciana, séculos de trabalho criaram uma das mais belas paisagens vinícolas de França. No Alto Reno, as aldeias de Eguisheim, Riquewihr, Kaysersberg, Hunawihr e Ribeauvillé emergem de um mar de vinhedos e são, ao mesmo tempo, a face irresistível da Alsácia rural e medieval.
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Exemplo quase único de uma comunidade urbana medieval assente na integração e equilíbrio das componentes religiosa e profana, o Mont Saint-Michel, no noroeste de França, conserva uma das mais espantosas edificações religiosas da Idade Média, a maravilhosa abadia gótica que tinha em Victor Hugo um fervoroso admirador.
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A serenidade cosmopolita que se respira nas ruelas de traçado medieval de Saint-Malo mal deixa adivinhar a agitada história que fez do burgo um grande porto de abrigo de corsários. Ainda hoje, a vocação marítima de Saint-Malo, no litoral da Bretanha, marca a identidade da cidadela, um dos grandes centros de vela da Europa.
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A primeira impressão que se tem em Carcassonne é a de um castelo encantado, que alguma fada terá feito nascer no cimo da colina com um toque da sua varinha mágica. Uma vez dentro das muralhas, descobre-se uma verdadeira relíquia da Idade Média, justamente procurada por milhões de turistas todos os anos.
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A Camarga nasceu dos ventos, do rio e do mar. De uma delicada subtileza, as suas paisagens convidam ao passeio, e os seus tons pastel só são perturbados pelo rosa vivo dos flamingos, o negro dos touros e o branco dos cavalos. Viagem à Camarga, no Sul de França, com passagem por Aigues Mortes, Saintes Maries de La Mer e Salin-de-Giraud.
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Quando foi inventado o Camembert? O famoso queijo pode ter sido mesmo invenção, no máximo, seiscentista. Mas uma lenda trocou as voltas aos registos históricos e, por portas travessas, a Revolução Francesa acaba metida na história do Camembert. Viagem ao mundo do queijo da Normandia.
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A apenas cinquenta quilómetros da costa mediterrânica, o pico do Canigou, com 2.784 metros, é um verdadeiro miradouro sobre uma região de rara beleza partilhada entre a França e a Espanha: a Catalunha.
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Esta é uma zona escassamente povoada dos Midi-Pyrénées, o reino da pedra e da solidão. Subir ao planalto Méjean para espreitar as gargantas que o isolam é entrar num deserto quase secreto, onde o vento e a chuva esculpiram torres e castelos, e o ruído mais forte é o ressoar dos nossos próprios passos. Reportagem de uma caminhada pelas gargantas dos rios Tarn e Jonte.
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A dois passos da Côte fica um paraíso selvagem de encanto alpino, onde camurças e cabras-montesas apascentam por entre milhares de gravuras rupestres. Uma caminhada pelo Parque Nacional do Mercantour, Alpes franceses.
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Um trabalho fotográfico intitulado Ceci n'est pas Paris mostra-nos uma visão muito original da capital francesa, longe dos clichés da Torre Eiffel, de Sacré Coeur e Notre Dame, dos bateau-mouche e do Sena.
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