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As rotas turísticas em Marrocos passam cada vez mais pelas gargantas do Todra e do Dadés, mas menos frequentemente pelos caminhos mais interiores destes vales. Essa seria outra aventura, mas os itinerários ao alcance do viajante de passagem para o deserto ou para Ouarzazate conservam, ainda assim, suficientes aliciantes para uma viagem de dois ou três dias pela região.
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Próximas da fronteira com a Argélia, no interior Sul de Marrocos, as dunas de Erg-Chebbi, junto à peculiar aldeia de Merzouga, são um óptimo prenúncio do deserto do Sahara. Relato de uma viagem independente à região do Erg-Chebbi.
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A poucas centenas de quilómetros do Mediterrâneo, o Atlas - a maior cadeia montanhosa do norte de África - é ponto de passagem para quem parte em busca das areias do deserto. Mas nele bate também o coração do Marrocos profundo, onde um povo resiste contra as adversidades da política, da história e da natureza. Viagem ao Atlas, em Marrocos.
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Ait-Benhaddou. Chamava-se outrora Aït Aïssa, uma referência à sua fundação lendária por um antigo viajante. Uma outra lenda contada localmente fala-nos de Kahîna, uma rainha cristã que se teria oposto ao avanço do islamismo na região. Teria sido este personagem, ao qual se atribuíam poderes mágicos, que teria mandado construir as muralhas da cidadela de Ait-Benhaddou, o mais belo ksar do Sul de Marrocos.
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Uma viagem pelo litoral atlântico de Marrocos, de olhos e ouvidos abertos às vivas e coloridas expressões da cultura local, acompanhando ao mesmo tempo a memória da passagem dos portugueses pela região, assinalada essencialmente por várias fortalezas e alguns marcos de arquitectura civil e religiosa.
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Marraquexe, a velha capital imperial do sul de Marrocos, mantém uma sedução de séculos. E não apenas pelas realizações monumentais e artísticas. A face mais expressiva da sua identidade cultural palpita nas ruas e nos mercados repletos de gente diversa.
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