Ásia

Mais artigos com dicas para visitar o destino

Em Yogyakarta, no palácio do sultão (#28)

A Pikitim espantou-se com a quantidade de mulheres e filhos que um sultão podia ter, viu homens de saia com facas nas costas, adorou pintar marionetas de pele usadas no teatro de sombras e acompanhou o pai na cozinha. Tudo isto nas redondezas do kraton de Yogyakarta, o velho centro de uma agradabilíssima cidade com história… e histórias para contar. E ainda andou de carroça.
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Makeover, para a Orquestra Filarmónica da Malásia (#27)

Durante a estadia em Kuala Lumpur, decidimos assistir a um concerto da Orquestra Filarmónica da Malásia, na magnífica sala Dewan Filharmonik Petronas. Queríamos proporcionar uma nova experiência à Pikitim, mas havia um pequeno problema: não tínhamos roupa condizente com o dress code do espetáculo: smart casual.
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Kuala Lumpur, a cidade da Rapunzel (#25)

A capital da Malásia é uma metrópole cosmopolita, com arranha-céus, parques verdes, e centros de conhecimento, espaços dedicados à vida selvagem, museus e ofertas culturais, mega shopping centers junto a tradicionais recantos indianos, muçulmanos e chineses. Ou, noutra perspectiva, é a cidade onde se esconde a torre da Rapunzel.
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VietnaMITRAS* (Eurasia #39)

VietnaMITRAS. Num país onde passámos apenas três semanas, tivemos dias em que nos imaginámos a viajar ali para sempre e dias em que os locais, alterados já pelos dólares, nos deixaram de tal maneira fora de nós que nos apetecia partir para a violência. O fim da viagem e o regresso a casa fazem-nos perceber que já chega, que é tempo de voltar, pela nossa sanidade mental.
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Casuares e flamingos no Bird Park de Kuala Lumpur (#24)

A visita ao maior walk in aviary do mundo já estava na nossa lista de possibilidades, entre as atividades e atrações que poderíamos fazer em Kuala Lumpur. Depois da Pikitim ter recebido uma carta dos amiguinhos da escola a documentar a visita a um parque ornitológico, a nossa ida ao Bird Park tornou-se obrigatória. E valeu bem a pena. A Pikitim achou piada ao casuar, viu vários pavões com a cauda aberta e impressionou-se com a beleza dos flamingos.
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O Nemo mora em Bacuit (#23)

As paisagens do arquipélago Bacuit inspiraram a Pikitim a improvisar uma música que tinha como refrão: “Que lugar incrível, este é um lugar incrível!”. E é mesmo. Dispõe das praias mais bonitas que já vimos nesta viagem e uma vida subaquática tão rica e variada, com infinitas espécies de corais e pequenos peixes multicolores, que tornam absolutamente inesquecíveis as horas passadas de snorkel e máscara na face. Para a Pikitim – qual cereja no topo do bolo -, foi o lugar onde finalmente encontrou o Nemo.
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Amizades eternas, em El Nido (#22)

A Pikitim tem resistido a “fazer amigos” e a travar conversa com outras crianças que não falem a mesma língua, mesmo quando a levamos à toca do lobo, que é como quem diz à sala dos meninos da sua idade na escola primária de El Nido, às portas do fotogénico arquipélago Bacuit. Mas, por vezes, entrega-se de maneira surpreendente a companheiros de viagem que conhecemos na estrada, como a holandesa Astrid, de quem jura ficar “amiga para sempre”.
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Rio subterrâneo de Puerto Princesa, um “lugar assustador” (#21)

A escuridão total e os milhares de morcegos deixaram a Pikitim de pé atrás. Mesmo assim, e apesar de ter preferido o azul alegre de Honda Bay, conseguiu deslumbrar-se com o cenáriodo rio subterrâneo de Palawan, uma das novas maravilhas naturais do mundo. “Foi mesmo a natureza que fez isto? Sozinha?”
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Museu Pambata, da cadeia alimentar ao jogo das profissões (#20)

Os pais estavam longe de imaginar que a caótica e poluída Manila fosse palco da primeira experiência museológica verdadeiramente significativa da Pikitim. Mas foi. E correu tão bem que, por sua insistência, tiveram de voltar uma segunda vez ao magnífico Museu Pambata. Uma bela forma de começar a estadia nas Filipinas.
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No Laos, N13 acima (Eurasia #38)

No Laos, N13 acima. A estrada prima pela falta de interesse, mas é a única alternativa às montanhas a este. Com um mês de visto, temos que escolher o que ver, por onde pedalar, que caminhos cortar. Entre cascatas, rios subterrâneos e campos de café, pedalámos até à Planície dos Jarros e depois numa carrinha atabalhoada até Luang Prabang. O Laos estranha-se, depois entranha-se!
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Quando a história ganha vida, em Manila (#19)

O herói nacional filipino, José Rizal, médico, poeta e escritor acabou transformado numa espécie de herói de banda desenhada, tal a quantidade de desenhos que a Pikitim lhe dedicou. Foi depois de ter participado numa atividade para crianças que a levou a mergulhar na história das Filipinas, a partir de uma visita guiada a Intramuros, o centro histórico da capital . A história ganhou vida, tal como prometia o tema da walking tour em que participou.
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No Mekong, sujos, cansados e felizes (Eurasia #37)

No Mekong, sujos, cansados e felizes. O Mekong revelou-se-nos, ainda, autêntico. Pequenas aldeias ancoradas nas suas margens despem-se de preconceitos e mostram-nos o que é viver-se livre. A beleza das pessoas, a sua simplicidade, simpatia e naturalidade fizeram deste trajeto um dos mais bonitos desta odisseia. Simplesmente, Mekong!
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Um carrossel de sabores num mercado noturno de Langkawi (#17)

Não faltam pasar malam por toda a região. O termo indica os populares night markets de Singapura, Malásia e Indonésia - os mercados noturnos onde locais e turistas se misturam para fazer compras e jantar na rua. Na ilha de Langkawi, Malásia, há night markets todos os dias da semana, em localizações diferentes. Fomos experimentar o de domingo, em Beras Terbakar, e viemos de lá deliciados.
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Um pé de feijão em Langkawi (#16)

Não foi pelas praias espectaculares (que as tinha), nem pelas muitas actividades aquáticas (que abundavam) que Langkawi será recordado, mas pode dizer-se que foi onde a Pikitim chegou às nuvens. Em sentido literal e figurado. Com a ajuda de “um pé de feijão muito especial”, vimos a Pikitim delirar com um passeio de teleférico e, mais ainda, com a companhia de uma nova amiga portuguesa. Andou numa alegria que só visto, até descobrir a tristeza da despedida.
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Koh Muk, a ilha das borboletas (#15)

Há lugares de onde custa sair. E Koh Muk (ou Koh Mook) é um deles. Tranquila, bonita, com gente acolhedora e muito boa onda, a ilha de Koh Muk é um desses lugares. Pequena, com apenas três praias e outros tantos resorts de expressiva dimensão, a ilha tem muitos refúgios de tranquilidade e qualquer coisa de especial. Para a Pikitim, tornou-se a “ilha das borboletas” e do amigo Lincoln.
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Como complicar o simples, ou a estrada até Phnom Penh

Como complicar o simples ou a estrada até Phnom Penh. Estamos na estrada há mais de 17 meses, mas há coisas que nunca aprendemos. Uma coisa sabemos no entanto, certo ou errado, o que interessa é ir com confiança. A estrada até à capital do Camboja seria mais simples de fazer, se não a complicássemos tanto. Mas os mapas fazem-nos sempre sonhar.
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Angústias (#14)

As questões relacionadas com a saúde são as que mais limitam a decisão de viajar com uma criança de tenra idade. “E se o meu filho adoecer, longe de tudo?”. A impotência perante uma criança prostrada na cama a arder de febre, longe de casa, é ainda mais angustiante do que quando isso acontece em casa. Nada de novo. Mas é um facto com o qual nós, que conscientemente decidimos viajar com a nossa filha, tivemos de lidar cedo nesta viagem.
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Explorando Koh Lanta, dos ciganos do mar à roupa das Polly Pocket (#13)

Foram dias a dormir numa casa sobre estacas, com o marulhar da enchente a invadir os ouvidos e a brisa fresca a alisar os cabelos deitados na rede. Isso numa ilha turística de um lado, tranquila doutro, e onde as seringueiras dominam a paisagem de permeio. E, para a Pikitim, isso não é coisa pouca: a partir de agora, é dos copinhos pendurados nas árvores de Koh Lanta que sai a borracha para fazer as roupas das suas Polly Pocket.
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Uma semana a viver sobre a água em Lanta Old Town, Koh Lanta (#12)

Dizem que em toda a ilha de Lanta, na Tailândia, é assim: as marés são expressivas, ganham amplitudes de notável extensão, mais em comprimento do que em profundidade. Duas vezes por dia, ao sabor da terra e da lua. Foi em Lanta Old Town, na semana em que viveu numa casa sobre a água, que a Pikitim começou a falar das marés com admirável naturalidade.
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A Planície dos Jarros

Reportagem de viagem à Planície dos Jarros, Laos. Jarras de pedra do tamanho de uma pessoa encontram-se espalhadas por uma extensa área do Norte do Laos. Têm mais de dois mil anos, e ainda se discute quem as fez e para que serviam. E tão impressionante como o sítio é o caminho até lá.
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Snorkelling nas ilhas Phi Phi: “Pai, não é maravilhoso?” (#11)

Ver peixinhos coloridos era um dos desejos que a Pikitim trazia para esta viagem. Não foi preciso esperar muito. A partir de Koh Jum, fizemos um passeio de barco ao parque natural das Phi Phi, e a máscara de snorkelling foi pela primeira vez utilizada – o tubo fica para outra oportunidade. Mas não será só por isso que a maravilhosa ilha de Jum fica na memória da família; há muitas outras razões e, para a Pikitim, sobretudo esta: foi onde perdeu o primeiro dente de leite.
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Encantados com a ilha Koh Jum (#10)

Foi a estreia com uma máscara de snorkelling rodeada de peixes coloridos o ponto alto de uma semana passada numa ilha absolutamente deslumbrante, como todas as ilhas da Tailândia deveriam ser: turísticas, é certo, mas sem os exageros de outras paragens. E assim, a simplicidade, beleza e bom senso de Koh Jum conquistaram o nosso coração, e ainda tiveram o bónus de encontrar velhos amigos viajantes.
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Escaladas e sonhos em Railay, Tailândia (#09)

Depois da tranquilidade de Koh Yao Yai, chegar a Railay poderia ter sido um choque. Muito esforço para lá chegar, demasiada gente no areal, bastante lixo visível na maré vaza. Mas foi em Railay que a Pikitim teve a sua primeira “casinha na árvore” e é lá que fica uma lindíssima praia rodeada de montanhas calcárias muito procuradas por praticantes de escalada. Mais uma brincadeira para fazer na água, com a mãe ou o pai a transformarem-se em parede. Foram só três dias inteiros mas, diz a Pikitim, “valeu muito a pena”.
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Triste história ou história triste? (Eurasia #35)

Triste história ou história triste? Na estrada que nos levou aos templos de Angkor foi-nos revelado um Camboja desconhecido. Um país com a cor do massacre humano consegue provar-nos que sorrir está ao acesso de todos, até daqueles de quem a vida sempre lhes fugiu. Um terreno negro, devastado por incêndios recentes e corrupção antiga. O país com vontade de ser um país!
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