Ásia
Mais artigos com dicas para visitar o destino
Fotos de Tóquio
Para o ocidental recém-chegado a Tóquio pela primeira vez, a sensação é semelhante a uma avalanche. A todo o momento somos atingidos por anúncios escritos em kanji, hiragana e katakana (os três alfabetos japoneses), por luzes de néon de todas as cores e feitios, por ruídos ensurdecedores que emanam das casas de pachinko, ou por ...
Olhares de um andarilho #3: Esperança no reencontro, dois dias depois
Este é o terceiro post da série Olhares de um Andarilho. A 26 de dezembro de 2004, um violento maremoto com epicentro na costa oeste de Sumatra, na Indonésia, deu origem a um tsunami que devastou o litoral de inúmeros países, incluindo o Sri Lanka, a Índia, a Tailândia e a Indonésia. Na noite seguinte eu chegava a Phuket, ...
Monte Kinabalu, a montanha mágica
Trekking ao Monte Kinabalu, no Bornéu. Trepar ao cume do Kinabalu, uma das mais jovens montanhas do planeta, não proporciona apenas a magnífica oportunidade de observar a ilha do Bornéu do alto dos seus mais de quatro mil metros. Sejam bem-vindos nesta subida ao monte Kinabalu, não muito longe de Kota Kinabalu, a capital do Sabah, no Bornéu.
Olhares de um andarilho #2: Esse teu olhar
Este é o segundo post da série Olhares de um Andarilho. A fotografia foi tirada em Baucau, a segunda maior cidade de Timor-Leste. Ainda hoje este olhar – e o que sobre ele escrevi – me emociona. Olhas-me nos olhos e eu fico sem graça. As palavras que me dizes, sem falares, atordoam-me sempre que ...
Descomplicar Koh Jum (guia de viagem)
“Descomplicar Koh Jum” é uma espécie de guia prático para viagens à ilha tailandesa de Koh Jum. Permite evitar os dissabores de quem não conhece a ilha e acaba por ficar alojado num local que não se adequa ao pretendido, por gastar mais do que queria ou por não desfrutar convenientemente da maravilhosa ilha que ...
Olhares de um andarilho #1: A menina das nuvens
Comecei a escrever estes Olhares de um Andarilho em 2006 mas, por motivos que nem eu sei explicar, parei ao fim de pouco tempo. Recupero agora esses escritos para o blog. São fotografias de viagem com histórias associadas. Pequenas histórias. Reais ou adocicadas. São, enfim, os olhares de um andarilho pelo mundo, numa viagem sem fim à vista ...
13 Fotos de Pequim
Da Cidade Proibida ao Templo Lama, do paraíso consumista de Wanfujing às velhas ruas de Liulichang, Pequim é, sem dúvida, uma cidade fascinante. E a Grande Muralha da China ali tão perto! As fotos de Pequim foram tiradas durante uma volta ao mundo por Filipe Morato Gomes.
27 Fotos da Malásia (Kuala Lumpur, Malaca, Bornéu)
A Malásia é um país multicultural e um lugar muito fácil para viajar. Fotos da moderna e cosmopolita Kuala Lumpur à cidade histórica de Malaca. Das plantações de chá das terras altas de Cameron às paisagens deslumbrantes da parte malaia do Bornéu, a Malásia tem um pouco de tudo. E, claro, as ilhas de Mabul ...
Em Caxemira não perguntem por mim
Viagem a Caxemira, Índia. Nem tudo corre como o previsto numa viagem. Esta é a história de alguém que queria um bilhete de autocarro para ir dar os parabéns ao Dalai Lama e acabou a fazer turismo de luxo em Caxemira, com vigilância apertada, numa casa-barco transformada em prisão de luxo. Sejam bem-vindos neste roteiro de viagem a Caxemira.
Quirguízia: a alta-montanha para todos
Reportagem de viagem pelas terras da Quirguízia. Quem sonha passar um dia no meio de picos nevados, sem as canseiras que geralmente isso acarreta, ou passear sobre um glaciar rodeado por uma cordilheira gigante, antes de descer para a cidade e dormir numa cama fofa, saiba que é possível - pelo menos na Quirguízia. Um roteiro de viagem à Quirguízia.
Os corais estão mortos nas ilhas Gili (#37)
O que se passa nas Gili não é caso único. Em várias zonas do globo, os recifes de coral, base para riquíssimos ecossistemas marinhos, vão definhando. Mas, nas ilhas Gili, ao largo de Lombok, a situação chega a ser chocante. Os corais estão quase todos partidos, destruídos, mortos. Fazer snorkelling nas Gili é como participar num velório subaquático.
Gili Air, uma ilha com carroças e tartarugas (#36)
Estavam para ser apenas três dias, mas é tão fácil gostar de Gili Air, uma pequena ilha encravada entre Bali e Lombok, que foi difícil deixá-la dez dias depois. A Pikitim gostou de viver numa cabaninha “com telhado até ao chão”, numa ilha sem alcatrão e onde só há carroças e bicicletas. Ah, e claro, tartarugas, muitas!
Um alerta de tsunami visto por mãe e pai (#35)
11 de abril de 2012. Um violento sismo (mais um!) ocorre ao largo de Banda Aceh, na Indonésia, numa espécie de réplica atrasada do maremoto ocorrido em dezembro de 2004. Mais precavidas que então, as autoridades lançam um alerta de tsunami para evitar a repetição da tragédia. Este é o relato dessas horas de incerteza, vividas de forma distinta pela mãe (angustiada pela possibilidade da filha ver o que ela viu em 2004) e pelo pai (que, estando longe, se sentia impotente para ajudar a ter a sua família em segurança).
Ubud, a cidade das artes na ilha dos deuses (#34)
Dizem que Bali é a ilha dos deuses, e até não custa muito acreditar, de tal forma são omnipresentes e reverenciados. Tal como Ubud parece ser a cidade dos artistas inspirados, onde há artes para todos os gostos e até o saber viver parece ser uma disciplina muito apreciada. Foi lá que a Pikitim aprendeu a arte do batik e pintou o seu próprio sarong.
Um pequeno intervalo na itinerância (#33)
Foi há apenas três meses, a partida, e já tanta coisa aconteceu. Estamos “estacionados” em Bali e a Pikitim anda fascinada, consciente do privilégio que é viajar. O pai está neste momento longe - e isso é estranho. E eu sinto falta de estar mais próximo de familiares e amigos em momentos chave das suas vidas. É o pequeno preço a pagar pela maravilhosa experiência de palmilhar o mundo em família.
O dia do silêncio, em Bali (#32)
E se um dia fosse proibido correr, brincar, gritar, fazer barulho, conduzir, andar na rua ou, simplesmente, acender as luzes? Esse dia existe, e chama-se Niepy Day. A Pikitim achou-o “pouco interessante”, mas esforçou-se para cumprir as regras, pelo menos para “os senhores da ilha” pensarem que ela “também estava a pensar”. Sejam bem-vindos ao Dia do Silêncio, na ilha de Bali. Schiuuu!
Do vulcão Bromo para um aniversário em família… via Skype (#31)
Tínhamos prometido à Pikitim que iríamos tentar proporcionar-lhe um dia inesquecível no seu aniversário. Escolhemos o vulcão Bromo para a véspera, com uma paisagem arrebatadora onde a Pikitim conheceu novos amigos. E selecionámos um belo hotel com piscina para a mini-festa de aniversário, no dia seguinte, onde familiares e amigos pudessem entrar em contacto e cantar os parabéns à distância. A Pikitim disse, mais tarde, que esse foi o dia mais feliz da sua vida.
Explorando os templos de Prambanan e Borobudur (#30)
Um é o maior templo hindu da ilha de Java; o outro é uma dos mais importantes edificações budistas do planeta. A Pikitim explorou ambos - Prambanan e Borobudur - com o mesmo entusiasmo. E achou as histórias de Shiva e de Buda tão interessantes como as dos duendes sapateiros ou do príncipe com orelhas de burro.
Uma viagem no tempo nas aldeias de Borobudur (#29)
Andar de carroça, correr atrás de galinhas, brincar com os paus do caminho e dar de comer às cabras. A passagem da Pikitim por Borobudur, um lugar tão enigmático quanto envolvente, vai ficar ligada às coisas simples da vida numa aldeia de outros tempos. E aos dois novos amigos que a acolheram de braços abertos, Latif e Najwa - porque não é preciso falar a mesma língua para duas crianças se entenderem. Uma viagem no tempo… e um monumento surpreendente.
Em Yogyakarta, no palácio do sultão (#28)
A Pikitim espantou-se com a quantidade de mulheres e filhos que um sultão podia ter, viu homens de saia com facas nas costas, adorou pintar marionetas de pele usadas no teatro de sombras e acompanhou o pai na cozinha. Tudo isto nas redondezas do kraton de Yogyakarta, o velho centro de uma agradabilíssima cidade com história… e histórias para contar. E ainda andou de carroça.
Makeover, para a Orquestra Filarmónica da Malásia (#27)
Durante a estadia em Kuala Lumpur, decidimos assistir a um concerto da Orquestra Filarmónica da Malásia, na magnífica sala Dewan Filharmonik Petronas. Queríamos proporcionar uma nova experiência à Pikitim, mas havia um pequeno problema: não tínhamos roupa condizente com o dress code do espetáculo: smart casual.
Kuala Lumpur, a cidade da Rapunzel (#25)
A capital da Malásia é uma metrópole cosmopolita, com arranha-céus, parques verdes, e centros de conhecimento, espaços dedicados à vida selvagem, museus e ofertas culturais, mega shopping centers junto a tradicionais recantos indianos, muçulmanos e chineses. Ou, noutra perspectiva, é a cidade onde se esconde a torre da Rapunzel.
VietnaMITRAS* (Eurasia #39)
VietnaMITRAS. Num país onde passámos apenas três semanas, tivemos dias em que nos imaginámos a viajar ali para sempre e dias em que os locais, alterados já pelos dólares, nos deixaram de tal maneira fora de nós que nos apetecia partir para a violência. O fim da viagem e o regresso a casa fazem-nos perceber que já chega, que é tempo de voltar, pela nossa sanidade mental.
Casuares e flamingos no Bird Park de Kuala Lumpur (#24)
A visita ao maior walk in aviary do mundo já estava na nossa lista de possibilidades, entre as atividades e atrações que poderíamos fazer em Kuala Lumpur. Depois da Pikitim ter recebido uma carta dos amiguinhos da escola a documentar a visita a um parque ornitológico, a nossa ida ao Bird Park tornou-se obrigatória. E valeu bem a pena. A Pikitim achou piada ao casuar, viu vários pavões com a cauda aberta e impressionou-se com a beleza dos flamingos.