Ásia

Mais artigos com dicas para visitar o destino

O Nemo mora em Bacuit (#23)

As paisagens do arquipélago Bacuit inspiraram a Pikitim a improvisar uma música que tinha como refrão: “Que lugar incrível, este é um lugar incrível!”. E é mesmo. Dispõe das praias mais bonitas que já vimos nesta viagem e uma vida subaquática tão rica e variada, com infinitas espécies de corais e pequenos peixes multicolores, que tornam absolutamente inesquecíveis as horas passadas de snorkel e máscara na face. Para a Pikitim – qual cereja no topo do bolo -, foi o lugar onde finalmente encontrou o Nemo.
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Amizades eternas, em El Nido (#22)

A Pikitim tem resistido a “fazer amigos” e a travar conversa com outras crianças que não falem a mesma língua, mesmo quando a levamos à toca do lobo, que é como quem diz à sala dos meninos da sua idade na escola primária de El Nido, às portas do fotogénico arquipélago Bacuit. Mas, por vezes, entrega-se de maneira surpreendente a companheiros de viagem que conhecemos na estrada, como a holandesa Astrid, de quem jura ficar “amiga para sempre”.
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Rio subterrâneo de Puerto Princesa, um “lugar assustador” (#21)

A escuridão total e os milhares de morcegos deixaram a Pikitim de pé atrás. Mesmo assim, e apesar de ter preferido o azul alegre de Honda Bay, conseguiu deslumbrar-se com o cenáriodo rio subterrâneo de Palawan, uma das novas maravilhas naturais do mundo. “Foi mesmo a natureza que fez isto? Sozinha?”
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Museu Pambata, da cadeia alimentar ao jogo das profissões (#20)

Os pais estavam longe de imaginar que a caótica e poluída Manila fosse palco da primeira experiência museológica verdadeiramente significativa da Pikitim. Mas foi. E correu tão bem que, por sua insistência, tiveram de voltar uma segunda vez ao magnífico Museu Pambata. Uma bela forma de começar a estadia nas Filipinas.
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No Laos, N13 acima (Eurasia #38)

No Laos, N13 acima. A estrada prima pela falta de interesse, mas é a única alternativa às montanhas a este. Com um mês de visto, temos que escolher o que ver, por onde pedalar, que caminhos cortar. Entre cascatas, rios subterrâneos e campos de café, pedalámos até à Planície dos Jarros e depois numa carrinha atabalhoada até Luang Prabang. O Laos estranha-se, depois entranha-se!
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Quando a história ganha vida, em Manila (#19)

O herói nacional filipino, José Rizal, médico, poeta e escritor acabou transformado numa espécie de herói de banda desenhada, tal a quantidade de desenhos que a Pikitim lhe dedicou. Foi depois de ter participado numa atividade para crianças que a levou a mergulhar na história das Filipinas, a partir de uma visita guiada a Intramuros, o centro histórico da capital . A história ganhou vida, tal como prometia o tema da walking tour em que participou.
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No Mekong, sujos, cansados e felizes (Eurasia #37)

No Mekong, sujos, cansados e felizes. O Mekong revelou-se-nos, ainda, autêntico. Pequenas aldeias ancoradas nas suas margens despem-se de preconceitos e mostram-nos o que é viver-se livre. A beleza das pessoas, a sua simplicidade, simpatia e naturalidade fizeram deste trajeto um dos mais bonitos desta odisseia. Simplesmente, Mekong!
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Um carrossel de sabores num mercado noturno de Langkawi (#17)

Não faltam pasar malam por toda a região. O termo indica os populares night markets de Singapura, Malásia e Indonésia - os mercados noturnos onde locais e turistas se misturam para fazer compras e jantar na rua. Na ilha de Langkawi, Malásia, há night markets todos os dias da semana, em localizações diferentes. Fomos experimentar o de domingo, em Beras Terbakar, e viemos de lá deliciados.
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Um pé de feijão em Langkawi (#16)

Não foi pelas praias espectaculares (que as tinha), nem pelas muitas actividades aquáticas (que abundavam) que Langkawi será recordado, mas pode dizer-se que foi onde a Pikitim chegou às nuvens. Em sentido literal e figurado. Com a ajuda de “um pé de feijão muito especial”, vimos a Pikitim delirar com um passeio de teleférico e, mais ainda, com a companhia de uma nova amiga portuguesa. Andou numa alegria que só visto, até descobrir a tristeza da despedida.
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Koh Muk, a ilha das borboletas (#15)

Há lugares de onde custa sair. E Koh Muk (ou Koh Mook) é um deles. Tranquila, bonita, com gente acolhedora e muito boa onda, a ilha de Koh Muk é um desses lugares. Pequena, com apenas três praias e outros tantos resorts de expressiva dimensão, a ilha tem muitos refúgios de tranquilidade e qualquer coisa de especial. Para a Pikitim, tornou-se a “ilha das borboletas” e do amigo Lincoln.
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Como complicar o simples, ou a estrada até Phnom Penh (Eurasia #36)

Como complicar o simples ou a estrada até Phnom Penh. Estamos na estrada há mais de 17 meses, mas há coisas que nunca aprendemos. Uma coisa sabemos no entanto, certo ou errado, o que interessa é ir com confiança. A estrada até à capital do Camboja seria mais simples de fazer, se não a complicássemos tanto. Mas os mapas fazem-nos sempre sonhar.
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Angústias (#14)

As questões relacionadas com a saúde são as que mais limitam a decisão de viajar com uma criança de tenra idade. “E se o meu filho adoecer, longe de tudo?”. A impotência perante uma criança prostrada na cama a arder de febre, longe de casa, é ainda mais angustiante do que quando isso acontece em casa. Nada de novo. Mas é um facto com o qual nós, que conscientemente decidimos viajar com a nossa filha, tivemos de lidar cedo nesta viagem.
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Explorando Koh Lanta, dos ciganos do mar à roupa das Polly Pocket (#13)

Foram dias a dormir numa casa sobre estacas, com o marulhar da enchente a invadir os ouvidos e a brisa fresca a alisar os cabelos deitados na rede. Isso numa ilha turística de um lado, tranquila doutro, e onde as seringueiras dominam a paisagem de permeio. E, para a Pikitim, isso não é coisa pouca: a partir de agora, é dos copinhos pendurados nas árvores de Koh Lanta que sai a borracha para fazer as roupas das suas Polly Pocket.
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Uma semana a viver sobre a água em Lanta Old Town, Koh Lanta (#12)

Dizem que em toda a ilha de Lanta, na Tailândia, é assim: as marés são expressivas, ganham amplitudes de notável extensão, mais em comprimento do que em profundidade. Duas vezes por dia, ao sabor da terra e da lua. Foi em Lanta Old Town, na semana em que viveu numa casa sobre a água, que a Pikitim começou a falar das marés com admirável naturalidade.
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A Planície dos Jarros

Reportagem de viagem à Planície dos Jarros, Laos. Jarras de pedra do tamanho de uma pessoa encontram-se espalhadas por uma extensa área do Norte do Laos. Têm mais de dois mil anos, e ainda se discute quem as fez e para que serviam. E tão impressionante como o sítio é o caminho até lá.
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Snorkelling nas ilhas Phi Phi: “Pai, não é maravilhoso?” (#11)

Ver peixinhos coloridos era um dos desejos que a Pikitim trazia para esta viagem. Não foi preciso esperar muito. A partir de Koh Jum, fizemos um passeio de barco ao parque natural das Phi Phi, e a máscara de snorkelling foi pela primeira vez utilizada – o tubo fica para outra oportunidade. Mas não será só por isso que a maravilhosa ilha de Jum fica na memória da família; há muitas outras razões e, para a Pikitim, sobretudo esta: foi onde perdeu o primeiro dente de leite.
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Encantados com a ilha Koh Jum (#10)

Foi a estreia com uma máscara de snorkelling rodeada de peixes coloridos o ponto alto de uma semana passada numa ilha absolutamente deslumbrante, como todas as ilhas da Tailândia deveriam ser: turísticas, é certo, mas sem os exageros de outras paragens. E assim, a simplicidade, beleza e bom senso de Koh Jum conquistaram o nosso coração, e ainda tiveram o bónus de encontrar velhos amigos viajantes.
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Escaladas e sonhos em Railay, Tailândia (#09)

Depois da tranquilidade de Koh Yao Yai, chegar a Railay poderia ter sido um choque. Muito esforço para lá chegar, demasiada gente no areal, bastante lixo visível na maré vaza. Mas foi em Railay que a Pikitim teve a sua primeira “casinha na árvore” e é lá que fica uma lindíssima praia rodeada de montanhas calcárias muito procuradas por praticantes de escalada. Mais uma brincadeira para fazer na água, com a mãe ou o pai a transformarem-se em parede. Foram só três dias inteiros mas, diz a Pikitim, “valeu muito a pena”.
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Triste história ou história triste? (Eurasia #35)

Triste história ou história triste? Na estrada que nos levou aos templos de Angkor foi-nos revelado um Camboja desconhecido. Um país com a cor do massacre humano consegue provar-nos que sorrir está ao acesso de todos, até daqueles de quem a vida sempre lhes fugiu. Um terreno negro, devastado por incêndios recentes e corrupção antiga. O país com vontade de ser um país!
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Uma praia por nossa conta em Koh Yao Yai (Pikitim #08)

Depois do banho de cidade e diversidade que foi Singapura, o nosso roteiro conduziu-nos à Tailândia. Em Koh Yao Yai, a Pikitim teve uma praia quase por sua conta e tomou contacto mais próximo com os bichos, por causa da casa “no meio da floresta”. Da Yamalia, dona da guesthouse que por cinco dias se tornou a nossa casa, recorda sobretudo os deliciosos pratos de fruta que nos servia ao pequeno almoço. E fez desenhos para mandar aos amigos da escola.
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E assim foi, na Tailândia (Eurasia #34)

E assim foi, na Tailândia. Dos encontros em praias paradisíacas com amigos que há muito não víamos, às pedaladas por entre o caos organizado de Banguecoque, partimos à descoberta de Portugal em Ayutthaya, onde chegámos há 500 anos atrás. Percorremos estradas secundárias em busca de templos khmer e deliciámo-nos, mais uma vez, com os sorrisos e a simpatia do povo tailandês.
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Sentosa de plástico (Pikitim #07)

Chamam-lhe o “parque de diversões preferido da Ásia” e, pela nossa parte, não pretendemos confirmá-lo ou desmenti-lo. A verdade é que só visitamos a ilha Sentosa como alternativa ao plano inicial de fazer um passeio na copa das árvores numa das maiores reservas naturais de Singapura. Só não saímos desiludidos porque as expectativas já eram praticamente nulas - Sentosa é o exemplo perfeito de um mundo de plástico.
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Aeroporto Changi, Singapura

Como tudo em Singapura, o aeroporto Changi é um exemplo de eficiência, limpeza e organização. A informação é clara e abundante, a internet é gratuita, os amontoados de passageiros são raros e as filas de espera minimizadas. E, com a linha MRT à porta, chegar do aeroporto ao centro de Singapura é muito fácil. Um exemplo a nível planetário. Aeroporto Changi, Singapura.
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Um dia entre animais no Jardim Zoológico de Singapura (Pikitim #06)

Dar a conhecer à Pikitim um dos melhores jardins zoológicos do planeta era um dos objetivos desta passagem por Singapura. Talvez com mais um ou dois anos de idade apreciasse mais a magnificência do conceito, mas a Pikitim ainda assim adorou. Teve medo, é certo, mas adorou. Elegeu os pinguins e os esquilos os animais preferidos. E para a história fica a tirada sobre os jaguares: “Pai, o jaguar é que tem sorte, não tem de lavar os dentes”.
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